Roberta

tumblr_ojlcl54rle1s6zyd1o1_1280Roberta Tostes Daniel, nascida na última semana de 81, no Rio de Janeiro, também viveu parte da infância e adolescência em Cabo Frio, onde teve muito tempo para se fazer pelo mar, ou como no dizer da cineasta Agnès Varda: “Se você abrir uma pessoa, irá achar paisagens. Se me abrir, encontrará praias”. Sua família é toda mineira e viveu em Belo Horizonte durante um de seus oito anos de criança. Passou férias infinitas na casa dos avós paternos. Seu pai foi poeta e radialista, tendo falecido ainda em 87, aos trinta e dois anos. Desconfia que escreve em razão desses fatos, sobretudo porque, nessa consanguinidade a-temporal, seu irmão também se fez poeta e escritor (foi quem lhe apresentou a Drummond e Bandeira, ensinou-lhe a palavra outrora e a música como primeira extensão de tudo). Vive na confluência de montanha e mar, na capital do RJ. Passou pelos cursos de Jornalismo da UFRJ e UERJ, no início dos 2000, mas veio a se formar em Letras/Literatura, anos depois, pela Estácio de Sá. É servidora pública municipal. Como poeta, atividade estranha e originariamente subversiva, encontra sua vocação. Antes da poesia, como estrutura preferencial, escreveu prosa poética. Desde 2001, mantém blogs na internet. Teve poemas publicados nas revistas eletrônicas Germina, Diversos Afins, Mallarmargens, Zunái, Musa Rara, no Portal Vermelho, além de blogs e no site do Centro Cultural São Paulo. Em Portugal, publicou pela revista virtual Incomunidade, a convite de Jorge Vicente. Participou da antologia Contemporâneas, organizada por Adriane Garcia, para a revista Vida Secreta. Integrou uma das edições de As mulheres poetas na literatura brasileira, trabalho de compilação da poesia feminina contemporânea, feito por Rubens Jardim. No meio impresso foi incluída nas antologias Desvio para o Vermelho (CCSP; Org. Mar Becker), Amar, verbo atemporal (Ed. Rocco; Org. Celina Portocarrero), história íntima da leitura (Ed. Vagamundo; Org. Fabiana Turci) e Crônicas de um amor crônico (Ed. Penalux; Org. Priscila Rôde e Moreno Pessoa), além de uma miniantologia organizada por Claudio Daniel, para o Centro Cultural São Paulo. Permanece inédita em livro, até que seus poemas dialoguem numa obra, a qual já tem o título e epígrafe de Paul Auster.

epígrafe mais antiga: Sou alguém que espera ser aberto por uma palavra (António Ramos Rosa)

da, talvez, poeta preferida: me digo mis silencios (Alejandra Pizarnik)

Email de contato: robertatostes@gmail.com

Para acessar algumas publicações: 

https://sedemfrenteaomar.wordpress.com/publicacoes/


Obs: A imagem do cabeçalho é detalhe de um quadro do pintor espanhol Joaquín Sorolla. 

3 thoughts on “Roberta”

  1. Roberta, maravilhosa sua poesia, tem o dom de mexer com os sentimentos dos teus leitores. Extremamente erótico e provocante tua Flâmula…
    Beijo

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  2. Roberta, adoraria lhe conhecer melhor!!!
    Procura pelo meu nome no face…
    …Na verdade…me apaixonei pela sua poesia…e a sua sensibilidade…

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