O que fazer de tua redenção pessoal
que não se completa
tua insubmissão a agigantar florestas
a construir organismos
e o que quer que seja
dessa dor por um horizonte
teatral, inteiro, presente
onde teu discurso caiba
na simetria com a realidade
e não precisas tocar o âmago dos ausentes
e não precisas abrir as pernas aos tratores
tudo em ti é a morte dançante
a sombra que te acompanha
e permite o riso da manhã.

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