poesia

Praça da Bandeira

Soa na névoa do sol
minha forca (mas é força?)
eu tenho medo
é uma camada umbrática
com raiz de vulcão

e quem venha me dispersar
com seus assomos, seus olhos díspares
me entregue o lampejo dessa inaudita

manhã
que arde na cara dos moribundos
e os faz viver

rasgamos bandeiras.

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