Limite de ossos no asfalto do fim do mundo, segue pela rotativa para cruzar o tempo sem império.

Retorna com tipos samurais, crianças, feições franzidas em sonhos carcomidos pelos lençóis.

Diferentes fachos do mesmo semblante. Talvez, basta pontuar a luz.

Soerguer os nomes, considerar os pássaros.

Desmentir o vocabulário da névoa, deixar o entulho soar suas litanias.

Talvez, os carros se apressem sobre os anjos. Na mecânica hermética dos ossos, escreva a ascensão dos novos.

Ferrugem todos os dias.

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