poesia

Com espírito gasto, os sapatos
corroídos da mesma estrada –
mantenha-se na permanência.
Testa os ouvidos, arrisca hematomas
a vertical é ainda um quadro
do asfalto à abertura – sílaba a
sílaba – a sibila com jeito
de quem vai chorar pelas ruas principais
na transversal, desapaixonadamente.
Apega-se aos veios profundos
da visão arquitetônica dos jogos
da passante e os transeuntes
imaginam o dia em que algo se rompe.

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