poesia

II

Preciso da sólida estrutura do fim do mundo. Para preservar a umidade dos peixes. Reagir à submissão entranhada antes da construção das caravelas. Nossos heróis dizimados. Nossos pés, calçados. Decalque nos penhascos. Os homens se mantiveram secos. Nenhum fluido. Letras mortas. Epicentro não achado. Hoje é verão, anos vinte. Falta pouco. A agulha tece e destece, sozinha. E a gente, até hoje, não quer deixar caixa aberta, a maldição sair. Nossos monstros são outros.

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