poesia

Me deem um canto e sossego
e escrevo.

Me deem voz e tumulto
e eu vivo.

Nas jornadas do “não há o que esperar”
das lidas do “fazer acontecer”.

E do estar insuportavelmente atento
desbragadamente a esmo.

Crescem em mim girafas espiãs
da nova ordem às velhas dicotomias.

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