poesia

Todo feito de trigo e patas sujas
do feitio da vida incauta
que emaranha teus latidos.
Dentes servem para o sono
fome serve para os músculos.
Tua necessidade não provém da ração diária
mas de teus batimentos cardíacos
que embaraçam meus circuitos neuronais.
Tua genética branca, preta, caramelo
na contingência de espaços de correr.
Costuro aos olhos teu focinho, aí vou
onde não há a rudeza do tempo.

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