poesia

Suspensão

Agora, penso sempre o impacto
exposta à velocidade
sob a artilharia do vento
conduzindo meu corpo
às forças de empuxo
com motores que se acionam
desde 1867.
Dependo de solda
posto que há o pensamento
na impossibilidade de traduzir
arranques.
Deslindo o que temo
me renovo com as aves
me fazendo névoa, areia, e lama.

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