poesia

Surda presença do olvido
ressoando areais e ferrovias
destecendo o mote das salinas
em declives e palpitações.
Medito, sem dar conta
sentidos da morte
que fazem o dia ser mais quente
a respiração consciente e compassada
enquanto aclaro de angústia meu sorriso
pra que a polissemia tenha vez.

Padrão

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s