poesia

Ali, onde o tempo sobra.
Perto, móvel imóvel, dentro, incessante.
Onde a obra tem vínculo com a desaparição.
Olhos bicolores, anima, fastígio –
e cada postura é um ato
de incompostura
feroz e sem claves
cada órgão se instrumenta.
O esterno rasga o seio
do real, fere, ósseo
a quintessência da
voz-odisseia:
somos vilões
e somos herois.

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