poesia

guardar que se alastre a relva
que os aviões vaticinem
um punhado de catástrofes domésticas
voltar e ver na esteira
o tráfego da memória
tornar-se maior que pertencido
ao ritmo da inundação
da indústria da sede
do antídoto se guarda
o antigo destroçar da garganta
descurar-se da metrópole
do quórum do novo
ser a invadida sebe
o desgastar dos passos

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