O homem executa um pequeno número de ações.
Ama, inspira, desaparece.

Trai, multiplica, esquece.
Joga todos os livros fora.

Menos o livro com a palavra derradeira,
da língua que nunca disse.

Doravante, nunca jogou nada fora,
nunca teve nada.

Como na origem de certas árvores
intocadas na profusão das matas.

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