poesia

Covil

Escolas que funcionam como jaulas.
Presídios como maternidades do horror.
Na burocracia os afogados de todo o sistema.

Dentro da terra, um perfume oco
de bomba, eco sem lastro
guerreia o pensamento, atira para o êxtase

nefasto da espécie.
Termina a segunda dentição
os lobos devoram por dentro.

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