quando noto as palavras de acesso de um poeta
modorra, aceder, sueños ou sombras, land, território
não em sentido metafísico; como senhas de um banco
que se opera em sentido metafísico; retiro da mais valia
sua precariedade originária, seu portal, para além do artefato
um conceito que a história logrou, que a memória engoliu
jargão, tique; a poesia que nasce no calço que dá ao passo
o seu rastro, sua pisada de queda, seu chão que fotografo.

Um comentário sobre “

  1. “a poesia que nasce no calço que dá ao passo
    o seu rastro, sua pisada de queda, seu chão que fotografo.”
    Muito belo.
    Abraço.

    Curtir

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