Tento escapar à aniquilação
(noturna memória). 
Encho o horizonte
com o eixo dessangrado
do corpo em exílio. 
Com a minha língua de faca,
desfio o lume do verbo.
O paladar não me abre sóis, 
mas despenhadeiros. 

(Quis ser cotidiana, antes da fraude dos espelhos.)

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