poesia

Espaço aéreo

O chefe de um estado
estupefato
parado no ar
por controladores de voo,
donos de rotas subservientes,
mais dezessete milhões
sem governança,
dizendo à nação
humana:
começa aqui
o mesmo autoritário começo?
Ou verei emergir
do véu
da falência moral de impérios
homens que sejam a própria asa?
Tudo delibera em minha cama,
minhas ascensões.

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