poesia

Faço perguntar aos olhos
na arbitrariedade das imagens
o ritmo sincopado do destino
que não irá me explicar
por dentro do que vejo
as extensões da noite
o castanho da tarde
ou ainda, o furor solar
na manhã da vida.
Não irá me explicar
o rico desencontro
varando lençóis e ruas
de multidões que erguem
meu ver à revelia.

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