Um fantasma acata pacientemente seus heterônimos
– avejão, espectro, sombra pavorosa –
dentro da umidade calorenta do fim do mundo.
Apenas um garoto, que espera em sua transparência, maior que a chuva
pelo dia do julgamento, quando finalmente libertará sua pele
de terra, folha, inseto. E beijará a menina morta.

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