Afinal

Um novo fim
de ano, um fim
em si mesmo:

chegar
e ultrapassar
marinas.

Depois de tudo,
que tudo
foi deixando

desveladas
correntezas
para aportar

de novo no fim
de nenhum início
fundo,

o leme
ancorado na sorte,
avante e ao norte

a deslindar,
ou 365 vezes
sonhar.

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