poesia

Morre-se pelo espinho de uma rosa.
A beleza é o aroma dessa morte
rilkeana – anjo que desdenha
o fogo, certo da chama destruidora.

Escreve a terrível dor das setas
na alma das rosas – flechas acesas
fulguram em língua estrangeira;
os alvos cravados na legião da carne:

poesia sebastiana.

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