A tarde morta, o frio.
Ciclos, caminhantes.
Tremeluzem
no centro da falta.
Fala – o corpo
obscuro do grito:
o silêncio – gradua
a sombra das horas.
Sobretudo, aquiesce.
Como quem consente
a beleza, o fogo, a morte.
Então arrepia.
E então, cala.

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