8 comentários sobre “

  1. ” E quando amanhece será que vestimos outra”

    Gosto da ideia contida neste poema, lembra-me a ideia de movimento contido na filosofia
    de Heráclito, a ideia de que tudo flui…aqui as mascaras caem na madrugada, a noite é a
    verdade, por seu silêncio e seu rosto escuro que não produz sombras mas que nos desenha
    o rosto quase de forma imperceptível, perder as mascaras na noite, deixar que a noite nos
    faça despir, deixar que o dia esteja no seio da madrugada, saindo da mascara desfigurada,
    eterno retorno…viajei…

    beijos com carinho

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    • Viajou não, como te disse. Eterno retorno: a ponto da máscara que cobre o dia não ser mais que própria face desfigurada da madrugada.. Bjo, Sandrio. Obrigada pela presença.

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  2. oi, roberta. sou amiga da fabi turci… sempre que lembro passo aqui pra ler. adoro o modo como você observa e entra nos detalhes. lindo.

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