Do que não tem nome

Sapho - Pinacoteca do Estado de São Paulo

A poesia nasce como expressão da profunda necessidade humana: cantar seus amores, ritualizar suas crenças, honrar suas batalhas, cicatrizar suas chagas. Estende assim o homem o seu imaginário, ressignificando aspectos da realidade. Inegável: poesia é alimento do que não tem nome. Matéria de finas tessituras. Então, tudo pode ser dito.

8 comentários sobre “Do que não tem nome

  1. esses dias tenho andado tão aflita, pensando nesses dizeres sem muito sentido – e tão necessários para mim. é como se fossem um mundo.meu. mas não de um “eu”… é como se, na escrita, eu não fosse um “eu”…

    Curtir

  2. finas tessituras a confeccionar o mistério: por aqui não há assombro! e sim, ‘tudo pode ser dito’.

    entrelaçar afetos é confeccionar memória.

    apareça sempre que desejares em meu quintal.
    =]

    Curtir

  3. Também o diálogo entre essa torrente constante de sentimentos e nosso super-quem-sabe-ego, que analisa o desenho de todas aquelas palavras e apóia, ou se revolta, ou propõe mudanças em todo esse absurdo que é.

    Beijo, Beta.

    Curtir

  4. Adorei esse ‘comentário poético’ à escultura que a gente viu lá na Pinacoteca.
    Saudades recíprocas!!! Quando você vem passear aqui em São Paulo? rs
    Quanto a novidades no blog, terá uma poesia nova publicada no sábado, feita para uma oficina na Casa das Rosas.
    Te amo!!!
    Beijinhos!

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s